segunda-feira, 13 de junho de 2011

Redes Socias vira tema de workshop na UCPel

O auditódio do Campus II da Universidade Católica de Pelotas esteve lotado na noite do dia sete de junho. O Workshop teve como tema " Ética e Liberdade de Expressão nas Redes Sociais". Proposto pelos alunos da disciplina de Teoria da Comunicação II, que cursam o 3º semestre do curso de Jornalismo, tinha como objetivo debater de que forma a participação dos profissionais de comunicação nas redes sociais pode atrapalhar a carreira. Convidados para compor a mesa: professora e pesquisadora, Raquel Recuero, professor e proprietário da rádio Tupanci, Jorge Malhão, Márcio Mello, locutor da Rádio Atlântida Pelotas, Gisele Treptow, publicitária e sócia da agência Incomum, Cleiton Decker, responsável pela assessoria de comunicação da UCPel e o professor de Direito e advogado, Marcus Cunha.

Em um primeiro momento cada componente da mesa colocou seu ponto de vista. Marcio Mello radialista e estudante de jornalismo da instituição, acredita que principalmente o profissional de jornalismo deve tomar muito cuidado com o que fala, para que isso não se confunda com o pensando da empresa a qual a pessoal representa. O assunto é tão sério que leva funcionários a demissões. Por isso Cunha esclareceu algumas questões juridicas sobre o problema. Para ele cada caso merece uma analise especifica, porém ele alerta. "É sempre bom tomar cuidado, dependendo do caso, pode gerar demissão por justa causa,ou até mesmo processo".


Com todas as opiniões e questionamentos dos alunos, com uma coisa todos concordaram, a web tem memória e tudo o que foi dito quando tinhamos 12 anos de idade ainda estará lá. Hoje as empresas buscam saber quem é o profissinal que irá trabalhar para ela e uma boa maneira de fazer essa avaliação é conhecendo o avatar do empregado na internet. Por isso o cuidado com tudo que é postado deve ser bem avaliado para não causar constrangimento e nem difamação própria de carater.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Amor Amora

O restaurante Amor Amora é um novo conceito de gastronomia na cidade de Pelotas.


O chef e proprietário Jefferson Almeida nutria há anos a vontade de ter um espaço ligado a gastronomia, por isso a aproximadamente 1 ano o restaurante oferece um sofisticado cardápio. Ao meio dia ele oferece um buffet da balança, e a cada noite o menu é difereciado para chamar a atenção dos consumidores.O ambiente a luz de vela, com atendimento personalizado dá um ar de romantismo ao local. Outra inovação é a sala vermelha que o Amor Amora oferece, neste ambiente é possível degustar de um menu afrodisíaco, mas para isso deve-se  solicitar previamente.

O nome do Restaurante é um jogo de palavras, amora seria o feminino de amor, por isso, amor amora, traduzindo o que o proprietário deseja deixar no ar, além de ser uma fruta bastante utilizada nos pratos. No jantar, o restaurante sugere um cardápio especial, composto por um pacote: entrada, prato principal e sobremesa. Diariamente o menu de modifica, e novos pratos são oferecidos. Outro diferencial do restaurante é que tudo pode ser acompanhado no site amoramoracozinhartesanal.blogspot.com

Confira algumas das sobremesas oferecidas

Brownies acompanhados de sourbet artesanal de mirtilos e calda butterscoth quente.
Mousse de chocolate branco e calda de frutas vermelhas pecaminosas.
Chocolate aerado com praliné de amêndoas e nozes
Torta Rita espetaculosa.
Mousse do amor total (de ricota e cúmplice cobertura de goiabas).

O Restaurante atende na  Rua Dom Pedro II, 458 e funciona de segunda à sexta das 11h30 às 14h e de quarta à sábado das 19h às 24h. O jantar é mediante reserva pelo 3027-5490 ou 9123-4575.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana

No segundo semestre de 2011 o Brasil sediará o primeiro Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana
No periodo de 31 de junho até 2 de agosto a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e o Memorial da América Latina serão pauco do Congresso que terá como tema  central "Sistemas de Comunicação em tempos de diversidade Cultural".
No primeiro dia, o Congressoinicia com um ato cultural e a solenidade de abertura. Nos dois dias seguintes,  acontecem painéis com pesquisadores de diversos países, como Brasil, Argentina, Bolívia, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal, além de sessões temáticas.
O I Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana é uma promoção da Confederação Ibero-Americana das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Confibercom) e da Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom).
A programação completa pode ser encontrada no site institucional, em www.confibercom.org/congresso.

Gabinete Digital


 Lançado no mês de maio o Gabinete Digital do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, tem como objetivo principal oferecer um espaço de comunicação entre o politico e a população. Genro quando prefeito de Porto Alegre criou o OP (Orçamento Participativo), que permite a população influenciar ou decidir sobre os orçamentos públicos, através da participação popular.

E parece que a experiencia agradou o governador. Mas agora a participação será via internet. Como uma maneira que permita o dialogo com o governador, através de  mecanismos como, o Governador Responde, onde qualquer pessoa pode enviar uma pergunta e a mais votada do mês será respondida pelo próprio governador através de um vídeo. Pela Agenda Colaborativa, a população sugere algumas pautas para discutir com o governador na sua cidade. Em o Governo Escuta, são realizadas mesas redondas para debater diversos temas com a participação de especialistas e do governador, com transmissão pela internet e espaço para a interação dos internautas.

Clic aqui para ir ao Gabinete Digital 

Veja o que o vereador do PT Ivan Duarte acha da iniciativa do Governor. E tambem a opinião do vereador Roger Ney do PP.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Thor, do gibi para o cinema

Mais uma história em quadrinhos faz sucesso no cinema americano. Depois de Homem-Aranha, Batman, Super-Homem, a bola da vez é Thor. Todos são quadrinhos da Marvel, e encantam milhares de crianças e adultos que acompanhavam suas histórias através dos gibis.

Thor é um poderoso guerreiro que vive em Asgard. Numa invasão ao mundo vizinho, reacende uma antiga guerra no reino dos deuses. Por causa disso, é exilado no planeta Terra por seu pai Odin, e é forçado a viver entre os humanos como forma de castigo. Uma cientista se apaixona profundamente pelo Deus, e se torna seu primeiro amor. No desenrolar do filme acontece muitas coisas, e os apaixonados pela história dizem que o filme se parece muito com o enredo do gibi.

“Gostei muito da forma que os roteiristas fizeram o filme. A história não está se confundindo com a tecnologia, como aconteceu em Homem-Aranha e Batman. Acredito que foi uma das histórias que mais obedeceram a versão original” falou Mateus Costa, um apreciador de quadrinhos.

Lançado a um mês, o filme já arrecadou cerca de 93 milhões de dólares, ficando atrás somente do Homem de Ferro, outro filme inspirado nas revistinhas. Confira o Trailer do filme aqui, e veja se vale a pena ir ao cinema.

Matéria de Maurício Martins

terça-feira, 17 de maio de 2011

A história em quadrinho no Brasil

 Trasmitir informações de maneira irônica e divertida, essa foi uma das propostas inicias da criação das histórias em quadrinhos
Super-Homem - DC Comics
Elas começaram no Brasil no século XIX, e eram conhecidas como cartuns, charges ou caricaturas. A publicação de revistas próprias do gênero no país começou no início do século XX. Como charge, circulou o primeiro desenho em 1837, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira. No início dos anos 50, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios.

A Editora Abril adotou o formatinho, em 1952, com dimensões menores do que as revistas estrangeiras e que se tornou o formato padrão em publicações brasileiras. Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, em 1987 pela editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.
Na década de 60, foram lançadas publicações jornalísticas cheias de charges, como O Pasquim, que criticavam a ditadura militar. Na década de 70, predominaram os quadrinhos infantis, com o início da publicação das revistas de Maurício de Sousa. No fim da década de 90 e começo do século XXI, surgiram na Internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras. Portanto, pode-se dizer que apesar do crescimento da Internet, as histórias em quadrinhos não se acabaram e ainda atraem muitos leitores.

O começo das HQS no Brasil

 As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, mais conhecidas como cartuns, charges ou caricaturas. Já a publicação de revistas próprias do gênero no país começou no início do século XX. A influência estrangeira sempre foi muito grande nessa área, principalmente através de quadrinhos americanos, europeus e japoneses.
 
Como charge, circulou o primeiro desenho em 1837, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira. No início dos anos 50, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios.
 
Em 1952, a Editora Abril adotou o formatinho, dimensões menores do que as revistas estrangeiras e que se tornou o formato padrão em publicações brasileiras. Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, em 1987 pela editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.
 
Na década de 60, foram lançadas publicações jornalísticas cheias de charges, como O Pasquim, que criticavam a ditadura militar. Na década de 70, predominaram os quadrinhos infantis, com o início da publicação das revistas de Maurício de Sousa. No fim da década de 90 e começo do século XXI, surgiram na Internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras. Portanto, pode-se dizer que apesar do crescimento da Internet, as histórias em quadrinhos não se acabaram e ainda atraem muitos leitores.