terça-feira, 31 de maio de 2011

Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana

No segundo semestre de 2011 o Brasil sediará o primeiro Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana
No periodo de 31 de junho até 2 de agosto a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e o Memorial da América Latina serão pauco do Congresso que terá como tema  central "Sistemas de Comunicação em tempos de diversidade Cultural".
No primeiro dia, o Congressoinicia com um ato cultural e a solenidade de abertura. Nos dois dias seguintes,  acontecem painéis com pesquisadores de diversos países, como Brasil, Argentina, Bolívia, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal, além de sessões temáticas.
O I Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana é uma promoção da Confederação Ibero-Americana das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Confibercom) e da Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom).
A programação completa pode ser encontrada no site institucional, em www.confibercom.org/congresso.

Gabinete Digital


 Lançado no mês de maio o Gabinete Digital do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, tem como objetivo principal oferecer um espaço de comunicação entre o politico e a população. Genro quando prefeito de Porto Alegre criou o OP (Orçamento Participativo), que permite a população influenciar ou decidir sobre os orçamentos públicos, através da participação popular.

E parece que a experiencia agradou o governador. Mas agora a participação será via internet. Como uma maneira que permita o dialogo com o governador, através de  mecanismos como, o Governador Responde, onde qualquer pessoa pode enviar uma pergunta e a mais votada do mês será respondida pelo próprio governador através de um vídeo. Pela Agenda Colaborativa, a população sugere algumas pautas para discutir com o governador na sua cidade. Em o Governo Escuta, são realizadas mesas redondas para debater diversos temas com a participação de especialistas e do governador, com transmissão pela internet e espaço para a interação dos internautas.

Clic aqui para ir ao Gabinete Digital 

Veja o que o vereador do PT Ivan Duarte acha da iniciativa do Governor. E tambem a opinião do vereador Roger Ney do PP.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Thor, do gibi para o cinema

Mais uma história em quadrinhos faz sucesso no cinema americano. Depois de Homem-Aranha, Batman, Super-Homem, a bola da vez é Thor. Todos são quadrinhos da Marvel, e encantam milhares de crianças e adultos que acompanhavam suas histórias através dos gibis.

Thor é um poderoso guerreiro que vive em Asgard. Numa invasão ao mundo vizinho, reacende uma antiga guerra no reino dos deuses. Por causa disso, é exilado no planeta Terra por seu pai Odin, e é forçado a viver entre os humanos como forma de castigo. Uma cientista se apaixona profundamente pelo Deus, e se torna seu primeiro amor. No desenrolar do filme acontece muitas coisas, e os apaixonados pela história dizem que o filme se parece muito com o enredo do gibi.

“Gostei muito da forma que os roteiristas fizeram o filme. A história não está se confundindo com a tecnologia, como aconteceu em Homem-Aranha e Batman. Acredito que foi uma das histórias que mais obedeceram a versão original” falou Mateus Costa, um apreciador de quadrinhos.

Lançado a um mês, o filme já arrecadou cerca de 93 milhões de dólares, ficando atrás somente do Homem de Ferro, outro filme inspirado nas revistinhas. Confira o Trailer do filme aqui, e veja se vale a pena ir ao cinema.

Matéria de Maurício Martins

terça-feira, 17 de maio de 2011

A história em quadrinho no Brasil

 Trasmitir informações de maneira irônica e divertida, essa foi uma das propostas inicias da criação das histórias em quadrinhos
Super-Homem - DC Comics
Elas começaram no Brasil no século XIX, e eram conhecidas como cartuns, charges ou caricaturas. A publicação de revistas próprias do gênero no país começou no início do século XX. Como charge, circulou o primeiro desenho em 1837, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira. No início dos anos 50, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios.

A Editora Abril adotou o formatinho, em 1952, com dimensões menores do que as revistas estrangeiras e que se tornou o formato padrão em publicações brasileiras. Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, em 1987 pela editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.
Na década de 60, foram lançadas publicações jornalísticas cheias de charges, como O Pasquim, que criticavam a ditadura militar. Na década de 70, predominaram os quadrinhos infantis, com o início da publicação das revistas de Maurício de Sousa. No fim da década de 90 e começo do século XXI, surgiram na Internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras. Portanto, pode-se dizer que apesar do crescimento da Internet, as histórias em quadrinhos não se acabaram e ainda atraem muitos leitores.

O começo das HQS no Brasil

 As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, mais conhecidas como cartuns, charges ou caricaturas. Já a publicação de revistas próprias do gênero no país começou no início do século XX. A influência estrangeira sempre foi muito grande nessa área, principalmente através de quadrinhos americanos, europeus e japoneses.
 
Como charge, circulou o primeiro desenho em 1837, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira. No início dos anos 50, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios.
 
Em 1952, a Editora Abril adotou o formatinho, dimensões menores do que as revistas estrangeiras e que se tornou o formato padrão em publicações brasileiras. Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, em 1987 pela editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.
 
Na década de 60, foram lançadas publicações jornalísticas cheias de charges, como O Pasquim, que criticavam a ditadura militar. Na década de 70, predominaram os quadrinhos infantis, com o início da publicação das revistas de Maurício de Sousa. No fim da década de 90 e começo do século XXI, surgiram na Internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras. Portanto, pode-se dizer que apesar do crescimento da Internet, as histórias em quadrinhos não se acabaram e ainda atraem muitos leitores.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Prato cheio para os estudantes de Comunicação

Palestra comemora os 47 anos do jornal Zero Hora

"Não é uma palestra, é mais uma conversa." Foi dessa forma que o editor chefe do jornal Zero Hora, Altair Nobre começou sua fala. E foi desta maneira descontraida que o evento ocorreu. Os alunos curiosos se mostravam atentos ao ouvir Altair contar como o jornal lida com as pautas diárias, a preocupação que tem em não ser apenas mais um papel que o leitor passa o olhar, mas um meio de comunicar o que é realmente útil para a sociedade, ensinou as maneiras corretas de fazer jornalismo, dando dicas aos alunos e um longo bate papo se estendeu com os estudantes até Aldair abrir a rodada de perguntas. Essa foi uma grande oportunidade de esclarecer dúvidas, saber mais sobre a Zero Hora e aprender como funciona este meio jornalístico. 

 Estiveram presentes na reunião compondo a mesa, o Coordenador do curso de Jornalismo da UCPEL, Leonardo Recuero, o Diretor do curso, Jairo Sanguiné, e o Coordenador do curso de Jornalismo da Federal. O evento teve cobertura em tempo real feita pelos estudantes das Universidades no Twitter e depois matérias serão produzidas em blogs. 

No auditório Dom Antônio Zattera, Campus I da UCPEL na noite desta quinta-feira (5), estiveram presentes aproximadamente 200 alunos das Universidades Católica e Federal de Pelotas. A palestra intitulada Simbiose em ZH foi realizada em comemoração aos 47 da Zero Hora. Além da Universidade de Pelotas, mais 19 faculdades receberão profissionais do jornal. O evento foi como uma grande oportunidade para os estudantes conhecerem um profissional renomado como Altair Nobre. Além da grande aprendizagem que conquistaram nesta noite.